A dinâmica corporativa da empresa moderna tem exigido cada vez mais a adoção de inteligência tributária aplicada aos negócios.
Em tempos de competição agressiva, a vantagem está com aquele jogador que sabe gerir seus conhecimentos, planejar seus objetivos e atingir seus resultados de maneira mais rápida, aproveitando os recursos existentes da empresa.
No contexto concorrencial, esta é a fórmula da diferenciação e da sustentabilidade.
A Gestão do Conhecimento, como forma de estruturar este processo, significa método que permite a transformação de dados em informações, estas em conhecimento, e este em valor a ser compartilhado.
Como pressuposto do método, há que haver mapeamento e valorização das riquezas intelectuais da empresa, de maneira a identificar a formação do conhecimento. Surge a aprendizagem institucional.
Quando realizada de forma sistemática, a aprendizagem causa o aumento da consciência crítica da estrutura interna, e a democratização do acesso a todos os públicos de interesse, com os quais se constitui uma dialética de desenvolvimento.
Passa pela renovação da mentalidade empresarial e pela reestruturação do que é importante e essencial para a empresa, provocando, eventualmente, reflexos sensíveis à forma como está hierarquicamente edificada a cadeia decisória.
Dentre estas transformações, eleva-se a necessidade do planejamento tributário da empresa, considerando que tal conhecimento tornou-se fator estratégico para a obtenção de resultados que afetam todas as áreas operacionais.
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